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sábado, 31 de agosto de 2013

Cuatro décadas de cómic uruguayo


A 41 años de la Primera Muestra de Historietas Uruguayas de 1972, vuelve a presentarse en el Subte, un recorrido de cuatro décadas de autores uruguayos. Poumé, Gezzio, Peloduro, Barreto, entre otros genios, que junto a quienes se destacaron a mediados de la década del ’80 (posdictadura) o a aquellos que publican de forma activa, constatan una continuidad intencional con logros estéticos considerables.
Los temas y las formas de narrar han cambiado, la pasión por el trazo y la historieta es la misma (Texto: AQUI).


Más AQUI.

Fotografía en Uruguay. Historia y Usos Sociales 1840-1930







La fotografía llegó a Uruguay en febrero de 1840, pocos meses después de que en París se anunciara públicamente el descubrimiento del daguerrotipo, y en el transcurso del siglo XIX fue utilizada en contextos variados, abarcando diversas áreas de actividad.
Esta muestra recorre una primera etapa de la historia de la fotografía en Uruguay, comenzando por su llegada al país e incluyendo algunos de sus usos y esferas más representativos en este período, entre los que sobresalen el retrato comercial, la fotografía militar, su utilización con fines de vigilancia y control, el público aficionado y los primeros movimientos artísticos, su aplicación a la investigación científica y su inclusión en la prensa y otros soportes de circulación masiva, tales como postales, álbumes, guías turísticas u otros emprendimientos editoriales producidos en el marco de la conmemoración del Centenario del Uruguay en las tres primeras décadas del siglo XX.
La exposición acompaña un libro con el mismo nombre y ambos sintetizan los resultados de investigación desarrollados por el Núcleo de Investigación y Preservación del Patrimonio Fotográfico Uruguayo, en cuyo marco se han consultado miles de fotografías y documentos escritos en diferentes archivos uruguayos. La muestra también recoge los resultados de investigación sobre la proliferación de hongos en fotografías de soportes diversos y contiene recomendaciones para su conservación preventiva.
Las imágenes que pueden verse en esta muestra son en su totalidad reproducciones digitales de fotografías-objeto estuchadas, enmarcadas o contenidas en soportes de papel o vidrio. Fueron reproducidas de acuerdo a estándares internacionales, procurando la máxima fidelidad con respecto a los objetos representados. No obstante, debe tenerse presente que la imagen digital supone siempre una representación. De acuerdo al objetivo de la exposición, que busca acercar a un público amplio algunos de los principales mojones de la historia de la fotografía, se priorizó la divulgación de la imagen, modificando la escala de los originales. Los tamaños estandarizados de mayor circulación en el siglo XIX pueden apreciarse en su escala original en un panel diseñado especialmente con este propósito y las dimensiones originales de las fotografías figuran en centímetros en sus respectivos pies (Fuente: cdF Centro de Fotografía de Montevideo).

sexta-feira, 15 de março de 2013

Terminal Rodoviário Rita Maria - Florianópolis




ORAÇÃO DE RITA MARIA

"Deus é sol. Deus é lua.
Deus é claridade.
Deus é as três pessoas da
Santíssima Trindade.
Sai sol, sai sol, sai sol
Em nome de Deus e da 
Virgem Maria."


Na antiga Nossa Senhora do Desterro, hoje Florianópolis, nas proximidades da Ponte Hercílio Luz havia uma pequena comunidade à beira-mar, onde, presume-se, Rita Maria tenha vivido entre os séculos XVIII e XVI.

Filha de escravos, conhecedora dos segredos das rezas, chás e benzeduras, sobrevivia as custas do trabalho de fazer comida, fornecida aos marítimos que aportavam na então Praia da Freira.

Defronte a esse lugar, que como  o passar do tempo foi tomando o seu nome, foi erguido o Terminal Rita Maria, assim denominado para prestar-lhe homenagem e mantê-la viva na lembrança do ilhéu.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Carnaval Negro Baiano



Até o próximo dia 24 de fevereiro, baianos e turistas poderão conferir em Salvador a exposição “Carnaval Negro Baiano”. Segundo informações da organização do evento, a mostra faz um resgate da estética dos blocos e afoxés de Salvador desde a década de 70 até os dias atuais.
Aberta no mês de dezembro, a exposição está montada na Galeria Solar Ferrão, localizada no Pelourinho. O projeto é uma revitalização da exposição “Estética de Búzios”, que aconteceu entre agosto e setembro no Museu Nacional da Cultura Afro Brasileira (Salvador), para celebrar os 214 anos da Revolta dos Búzios, a que buscava a libertação dos negros escravizados.
Na galeria, podem ser vistas fantasias de blocos afro e afoxés Obá Laiyê, Puxada Axé, Zambiapombo, Unzó de Obá Xireê, Obadudu Agoyê, Afoxé Pai Burukô e representantes de diferentes nações africanas que contribuíram para a afirmação da identidade negra do Carnaval. Ainda podem ser vistas fantasias dos Filhos de Ghandy, Ilê Aiyê, Olodum, Malê Debalê, Muzenza e Cortejo Afro.
A exposição é promovida pelo Bloco Cortejo Afro e pelo Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), órgão da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – Secult/BA que tem como objetivo promover e fomentar as culturas populares e de identidade baianas (Fonte: Correio Nagô).

Mostra de Maquetes - Oficina Lina Bo Bardi


As construções não são feitas de tijolos, concreto e adobe, mas reproduzem o projeto original da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, que recuperou o Solar do Unhão e instalou o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) nos anos 1960. Esta é a Mostra de Maquetes Oficina Lina Bo Bardi, em cartaz no MAM-BA a partir do dia 30 de novembro, às 18h. A visitação segue até 17 de março de 2013, de terça a sexta, das 13h às 19h, e sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h. A exposição traz uma maquete na escala de 1:100, produzida a partir do estudo das edificações do Conjunto Solar do Unhão. Nela são retratados o Casarão – inclusive a escultórica escada helicoidal projetada por Lina, com encaixes feitos por meio de um sistema de travamento utilizado nos carros de boi –, o Galpão das Oficinas, que oferecem há 32 anos cursos gratuitos de técnicas artísticas tradicionais, a Capela, que atualmente funciona como espaço expositivo, e o Pátio Unhão, localizado no antigo Cais. Além desta, os visitantes podem conferir outras quatro maquetes, na escala de 1:500, que traçam o perfil do conjunto arquitetônico do Solar do Unhão, as relações que mantém com o mar e a encosta – importantes elementos na proposta de recuperação de Lina – e também com a Avenida Contorno, construída ao mesmo tempo que as obras do Unhão. “Além do estudo de uma obra, a construção das maquetes chama a atenção para a necessidade de preservar esse patrimônio”, pontua Carla Zollinger (Fonte: MAM).

No Ar - Laura Vinci


Uma obra que modifica o espaço onde se instala, questionando o tempo e a relação do espectador com a própria obra. Esta é No Ar, instalação da artista visual paulista Laura Vinci, que chega ao Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) no dia 14 de dezembro. Esta é a primeira vez que a sua produção – que ganhou destaque na arte contemporânea brasileira a partir da mostra Arte Cidade 3 (1997), em São Paulo – é exposta no Norte-Nordeste.



A artista apresenta duas obras na Capela do MAM-BA. Além de No Ar, que dá nome à exposição, a inédita Diurna foi produzida especialmente para o espaço. “O MAM-BA encerra seu programa expositivo do ano de 2012 com a mostra de uma das mais destacadas artistas brasileiras na atualidade”, afirma a diretora do museu Stella Carrozzo. A mostra tem co-realização da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) e fica em cartaz até 17 de março de 2013, de terça a sexta, das 13h às 19h, e sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h. A entrada é gratuita. 

Laura Vinci nasceu em 1962, em São Paulo, e já realizou diversas exposições individuais. Entre as mais recentes, estão: Clara-Clara (2012) e No Ar (2011) – ambas em São Paulo – e Laura Vinci (2010), em Lisboa, Portugal. Participou da 26ª Bienal de São Paulo (2004); de três edições da Bienal do Mercosul, em Porto Alegre (1999, 2005 e 2009); e da 10ª Bienal Internacional de Cuenca, Equador (2009).

Nos últimos anos, a artista integrou as mostras coletivas Instável (2012), Beuys e Bem Além, Ensinar como Arte (2011) e Intempéries – O Fim do Tempo (2009), sendo as três em São Paulo, além de Cantiere Arte Ambientale, em Pádua, Itália (2010). As obras de Laura Vinci estão presentes em acervos como os da Pinacoteca do Estado de São Paulo, do Inhotim – Instituto de Arte Contemporânea, em Brumadinho; do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e do Palazzo delle Papesse, em Siena, Itália.

“Estados” (2002), “Warm White” (2004), “Máquina do mundo” (2005), “Ainda Viva” (2007) e “No ar” (2010) são obras emblemáticas em sua trajetória recente. Segundo a crítica Taisa Palhares, “em todas elas, a artista opera a partir da manipulação de elementos naturais como a água, o vapor, o gelo, a areia, o vidro ou o mármore, a fim de sugerir a capacidade natural de transformação” (Fonte: MAM).

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

The Big Aplle - Romero Britto


Em Curitiba, a arte A Maçã (The Big Apple) pode ser conferida no Espaço Cultural do Terminal

Usuários e passageiros dos aeroportos Santos Dumont e Galeão (RJ), Guarulhos (SP) e Curitiba (PR) terão uma boa surpresa ao transitar por esses Terminais: já estão em exposição nesses aeroportos obras do renomado artista plástico Romero Britto. Com cores vibrantes, composições ousadas e elementos do cubismo, as artes fazem parte da coleção de esculturas do artista, doadas à Infraero para que sejam exibidas em espaços públicos. A intenção de Romero Britto é dar a oportunidade aos viajantes de admirar sua arte.