sábado, 13 de abril de 2013

Engenho do Monte Alegre




O Engenho Central de Piracicaba foi fundado em janeiro de 1881 pelo Dr. Estevão Ribeiro de Souza Rezende, o Barão de Rezende, Ele liderava um grupo de empresários piracicabanos e cedeu, para a formação da companhia, parte de sua fazenda denominada São Pedro, localizada à margem direita do rio Piracicaba.

Em 18 de novembro de 1881, chegou da França a primeira remessa de maquinaria, tendo início a montagem. Em outubro de 1882 suas máquinas foram acionadas.


A iniciativa dos Engenhos Centrais era arrojada demais para a economia do Brasil e as más condições de mercado, insuficiência de matéria-prima, manutenção e substituição de máquinas e equipamentos, mão-de-obra, somando o fato de haverem pequenos engenhos sob regime de escravidão. Por conta desses motivos projeto foi à falência. Após este período que marcou o final do século 19, entramos na primeira década do século 20 com praticamente o fim e o abandono do processo "Engenhos Centrais " no Brasil.

Na tentativa de salvar seu investimento, O Barão de Rezende tentou reativar o Engenho Central de Piracicaba, com o nome de Companhia Niágara Paulista, mas foi obrigado a vendê-la para a empresa francesa Societé de Sucrérie Brèsiliennes, em julho de 1899, que se tornou a maior Usina do Estado em produção. Foi incorporada a outras seis para formar a Societé de Sucrérie Brèsiliennes, transformando-se na mais importante do país, com produção anual de cem mil sacas de açúcar e três milhões de litros de álcool.


O Engenho Central foi tombado como patrimônio histórico e cultural em onze de agosto de 1989 pelo CODEPAC, o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Piracicaba, pois compõe o sítio histórico mais significativo da evolução urbana do município. Sua preservação significa o registro histórico e sua própria continuidade, onde os vazios de tempo e memória poderão ser contemplados e resgatados pelas próximas gerações.

Fotos Maravilhosas: Eduardo Kiehl

Mais Informação: O Espírito do Lugar

Las Fallas Valencianas


Las Fallas (Falles en valenciano) son unas fiestas con una arraigada tradición en la ciudad de Valencia y diferentes poblaciones de la Comunidad Valenciana, que se celebran del 15 al 19 de marzo. Oficialmente empiezan el último domingo de febrero con el acto de la crida. 

Actualmente, esta festividad se ha convertido en un atractivo turístico muy importante, ya que están catalogadas como fiesta de Interés Turístico Internacional. Estas fiestas también son llamadas fiestas josefinas o festes de Sant Josep (en valenciano), ya que se celebran en honor a San José, patrón de los carpinteros.


En valenciano medieval, (del latín fac[u]la, diminutivo de fax, antorcha) servía para nombrar las antorchas que se colocaban en lo alto de las torres de vigilancia.

Al la víspera de San José se encendían hogueras para anunciar su festividad, recibiendo esa práctica ritual el nombre de falla.

La versión popular del origen de las fallas según el Marqués de Cruïlles, fueron iniciadas por el gremio de carpinteros que quemaban en la víspera del día de su patrón San José, en una hoguera purificadora, las virutas y trastos viejos sobrantes, haciendo limpieza de los talleres antes de entrar la primavera. Además, quemaban sus "parots" (estructuras de las que colgaban los candiles que les daban luz) puesto que con el fin del invierno y la llegada de la primavera, y al hacerse los días más largos, ya no eran necesarios. Según esta teoría, la inventiva popular le dio forma humana a estos parots. Esta leyenda romántica del origen de la fiesta contrasta con la documentación conservada en el Gremio de Carpinteros, que no cita la construcción de fallas en su víspera, sino la festividad religiosa del propio día 19.


Existen otros autores que intentan encontrar un origen más antiguo a la fiesta, defendiendo que el culto al fuego es un ritual de tradición pagana, como ocurre con otras festividades como San Antón, San Juan, San Miguel o la Navidad en diversos puntos de la geografía española, en donde también se queman hogueras en su víspera. Según esta teoría, las Fallas son una evolución de este arcaico ritual que anuncia la entrada de la primavera.

La primera información que tenemos sobre las Fallas data de mediados del (siglo XVIII), 1740. Algunas de las miles de hogueras que se encendían en las calles de Valencia se denominaron fallas. Eran monumentos satíricos y burlescos en los que se exponían a la vergüenza pública y se quemaban simbólicamente personas y situaciones de la calle o barrio donde se plantaba la falla. En su construcción participaban los vecinos de cada calle. Se empezaron a incorporar carteles alusivos a algún personaje conocido del barrio. Además, los niños iban de casa en casa pidiendo "una estoreta velleta" (una alfombra vieja), que se convirtió en un canto popular para recoger todo tipo de muebles y utensilios viejos para quemarlos junto a las fallas. En esta época, las fallas eran cajones altos con tres o cuatro muñecos vestidos con ropas de tela, y con caretas de cartón o las manos y caras de cera.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Los pasos Perdidos...

 Mercado de San Miguel - Madrid

 Casino Carrasco - Montevideo

 Igreja do Bonfim - Salvador

Plaza Mayor - Salamanca

 Amanhecer em Brasília- Foto de Roberto Polidori

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Figueira Centenária da Praça XV de Novembro


Conta-se que a Figueira Centenária tenha nascido em 1871, dentro de um pequeno jardim circular, em frente à Igreja Matriz. Em 1891 foi transplantada para a Praça XV de Novembro, onde se encontra até hoje. A árvore sobre a qual se referem os versos ilhéus possui diversas superstições e simpatias a seu respeito. Seus grandes galhos se estendem por boa parte da Praça XV de Novembro, e hoje são sustentados por hastes de metal, que preservam a estrutura da velha árvore, e que proporciona ótima sombra para os que estão de passagem pela Praça XV.


Como chegar: Seguir até a Praça XV de Novembro, próxima ao Mercado Público.

Localização: Centro de Florianópolis.


Graffitis de Montevideo

Emmah Bertah y su mirada montevideana....



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Bel Borba no cenário de Salvador

Vagando pelas ruas de Salvador, nos encontramos com mosaicos contendo uma variada gama de significados, como andorinhas voando, bicicletas perdidas e pessoas em seus diferentes habitués.

Bel Borba proporciona aos concretos da cidade um encanto digamos que perdido no espaço.

Vale também conhecer o CENTRO ALIANÇA DE PEDIATRIA e seu belíssimo jardim...




Alberto José Costa Borba, soteropolitano, filho de advogados, nasceu em 23 de janeiro de 1957. Aos 8 anos, criou sua primeira obra em xilogravura. Vendeu para uma vizinha. “Desde aquele tempo, vivo da arte”, orgulha-se. O artista chegou a cursar Direito durante dois anos, mas logo se rendeu definitivamente ao talento. A Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA) foi o passo seguinte. Não chegou a concluir. Precisava viajar demais, levando sua arte para as mostras espalhadas pelo Brasil. 

Antes, chegou a trabalhar em uma agência de publicidade. Com o primeiro salário, comprou uma prancha de surfe. Pegou onda em Bali e aproveitou como pôde os anos 70. Na arte, dedicava-se principalmente à pintura com spray. “Comecei a achar o spray comercial demais. Queria algo no estilo feito à mão”, conta. Pintura a óleo foi a solução encontrada para fazer “arte com cara de arte”. 

Logo estava criando cenários para peças de teatro, principalmente as dirigidas por Márcio Meirelles. Dessa forma, aprendeu a trabalhar rápido. Para estreitar o abismo entre a arte e o público, levou suas obras para as ruas. “Tudo aqui é meio céu aberto. Salvador tem essa cultura de rua”, observa, com metade do charuto em mãos.

Conhecer – e reconhecer – seu trabalho não é tarefa difícil para quem circula por Salvador. Do viaduto que liga Ondina a Garibaldi surgem morcegos em mosaico. No Rio Vermelho, orixás no Largo de Dinha abençoam quem passa pelo bairro boêmio. A feia encosta na subida para a Fazenda Grande ganha forma de uma enorme tela onde pássaros feitos em mosaico tornam a paisagem admirável. 

Mais AQUI.

terça-feira, 9 de abril de 2013

A Bahia de Bel Saffe

As fotos de Bel Saffe me encantam, sinto que elas reproduzem exatamente como vejo a Bahia, como ela é, ou como esperamos que ela seja....

Tons fortes, marcados, formas, ângulos, sempre algo a mais, o selo da Bahia, marcado em nossa alma só pela sua beleza.

Desculpe, Bel Saffe, por plagiar suas fotos, mas é que ñ resisto!!!


 Rio Vermelho

Dique do Tororó, com Fonte Nova reformada...

 Casa de Yemanjá -  Rio Vermelho

 Ponta do Humaitá

 Praia de Itapuã

 Amaralina

 Praia do Buracão

 Praia do Buracão

 Mangue Seco

  Mangue Seco

  Mangue Seco


Mangue Seco